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Vértebra 49

cachoeira do vô delphim - itanhandu - MG Dt3   pyárõryua  ou não se pode restaurar tudo   Mayara passou as festas de final de ano em Itanhandu. Visitou primos, depois o Conservatório. O padre Gusmão. A todos contou da morte da Indiara, que se foi a dormir, feito passarinho. Ao padre, falou com franqueza sobre o asco por João Claro. O padre não julgou, tampouco absolveu. Pensou, isso sim, na casa de passagem que ele dirigia, nos trinta e três meninos sem família e sem perspectiva, fadados a tomarem o próprio rumo aos dezesseis anos. Aquele capricho que era, aceitar mais um quando o número baixava para trinta e dois.   O padre sabia que não adiantava levar a senhora para ver os meninos, só lhe aumentaria a dor, o desamor. Alguns humanos se agarram às lógicas mais estranhas, para refrear impulsos. O que fazer com uma mulher daquelas? Ela já tivera vinte e um anos de prova absorvente, fez suas renúncias. O que mais? Quebrar-lhe a vaidade como?    A ópera perder...

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