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Contario de inverno 12

seguimos em terra   Sentado sobre a capota de um jipe abandonado, nosso Bar’do voejava pela Sueste, Mar de fora. Teimava em procurar pela sacola de juta, uma rosa, bons dias. A sacola vermelho sangue ao lado, ar displicente. O frei, seu tutelado, tinha Pan Wos para os socorros do corpo; bastava, por ora. Lá estava o gajo, qual bátega, a acenar para ninguém do convés. Pequenino como era, confundido com as andorinhas, o trasno pesou ações tangíveis de sua função, que obrigação tinha ele de ficar atado pelo pulso a um esfarrapilho mulambento. Pois, se fora decisão sua. A falação em sua cabeça era uma reunião de velhas, cujo azedume não valia a pena por em prosa.     Crianças, as que viam além, detinham aquele chapeuzinho e sobrepeliz em alguns momentos, para perguntar se lhes arrumaria uma moeda, um consolo para o estômago ou qualquer ato mágico de mover quinquilharias. O bom de se distrair com meninices era não pedirem além das medidas. Bar’do não sabia lidar com gente cres...

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