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Contario de inverno 3

C ontinuidade ou erro     Em algumas ocasiões, é difícil saber se voltar do sono é o que se deseja. No limbo em que nosso Frei se encontra, deixa-lo a mercê é perigoso, podemos gerar o que se chama erro de continuidade. Hoje, a passarinhada marinha conclama algum evento. O azul do mar chega a doer as vistas, e não há notícias de que trasnos usem pincenê.    Sempre penso em alguém para chegar. Para mim, a sensação de que é alguém a quem precisamos oficiar um jantar de boas vindas. Um baile de máscaras, seria bonito, com direito a bulleria, sangria e paeja. Buscar um par em meio à profusão de almíscar, assim escuto os comensais a suspirar. Olha, o sapato da bailaora engastou no paralelepípedo. Que guitarrista. Em que porto estamos? Beijar na varanda. Eu sou o Bar’do, se lembram? Óbvio, chegamos nós por conta e risco, invisíveis, a bordo do Ligaya 1 nesse braço de Brasil, famoso pelas luas de mel. Humanos tão tolos, nós mais, por tê-los por companhia. Coragem, post...

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