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Contário de inverno 1

A jornada no mar   Só o Oficial de quarto de navegação, Maja, poderia explicar aquela presença, o maltrapilho a dormir no convés. O navio, recém posto em águas atlânticas, tinindo de novo, vindo d’além mar, parecia desejoso de corrigir coordenadas, deitar para os peixes o fado. Não fora Maja, seria o fim para aquele humano em frangalhos, o escrevedor das quadras de afeto, cujos clientes eram gente do povo, Cidade Baixa, Salvador, Bahia, Brasil, também estivadores, marinheiros, acenos de cais. O que o Oficial Maja Wos disse ao Comandante Antônio de Almeida ainda não será informado, já que os abelhudos podem causar dissabor com um ai, e já se me estragam os começos da narrativa.   Sou Bar, um seu trasno servidor. Estarei aqui enquanto houver mérito, melhor, credibilidade para os fatos, atos, artefatos e olhares sem desdém que imagino poder descrever. Também eu trabalho por minha absolvição. Para mais tarde serão, igualmente, os tempos em que apareci na Terra, o contar da mãe que...

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