Vértebra final
Porto de Salvador. Obra de Giuseppe Leone Righini Dc1 abyara ou o suporte A jornada é doce, assim como seu fado. Nada de fardos rezingados. Um jeito simples de dizer, Mãe-do-Rio, que o trabalho é bom. Inda há pouco, houve o sonho com a rosa dentro do livro, que contava de meus esforços para entender a impermanência das coisas, o ocaso das histórias que são apenas respiros, a aguardar outras. Águas fluviais. Vejo os sinais da velhice e suspiro, há quefazeres e, quem sabe, sejam mais espinhosos, mais pucas. Rio de mim, silêncio, quanto já arrematado, outro tanto desfiado. Meus guardados amortizados, minhas virtudes poucas. Minha Isi. Entre calmarias, contemplo o farol, melhor dizer no plural. Lavo a louça do café, o muro e seu musgo a cantar. Hábitos brandos, silêncio. O símbolo da caixa de terra a escorrer sobre mim. Xaxim Ver...