Por Santo Antonio




Minha garganta congestionou, dor de amor.
Pressão arterial subiu em um Pégaso,
galopou na madrugada fria, sem roteiro.
Sem afastar-me das orações,
balancei as contas do terço sem as dizer,
eia Pégaso...
A água fluidificada fez a sua parte,
bendisse minhas palavras de sol.
Hoje é dia de Santo Antonio,
o padroeiro da minha escrita.
E eu no lombo do Pégaso, eia, eia, eia...
Louvado seja, Santinho,
pelo torrãozinho de açúcar com que me guias,
eia Pégaso, eia, eeeeeeeeeeeeeiaaaaaaaaaaaa...

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