domingo, 29 de setembro de 2013

Festa imodesta


*google images

Rezar, dormir. 
Entrar em universos paralelos, 
onde o movimento gera jardins e fertilidade espiritual. 
Nada a dizer. 
Teu paletó.  
Noticias de teus cabelos. 
O copo borbulhante de tônica me sorriu.
Meu senso visitou outra agencia,
ouviu missa.
Faiscou palavras óbvias - discórdia, ódio, desespero, tristeza, trevas, ofensa, erro, 
não necessariamente nessa ordem, 
cantadas sob holofotes a esmo,
do coração de São Francisco de Assis.
A noite acabou e não havia nada
a não ser o toque em teu braço e mão.


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