domingo, 2 de junho de 2013

Prece de exilio


*descobrir Portugal

Amigo Jesus
que bom que Vieste nos ver
Falar para nos
Consolar.
Eu so tenho a agradecer
e louvar.
A vida que nos deste
e bela
nos e que estamos aqui
exilados da paisagem
marcados
pelos nosso próprios atos
Como não sei ainda perdoar
sou um passaro
a intentar voo
Não pedirei perdão
Ofereço-Te a minha dor
nada comparada
as explosões solares
que Enfrentas 
Ofereço-te igualmente
o meu apreço pela musica
 
Heis a sonoridade
do tempo em que desferi o golpe que me traz aqui
na condição em que me encontro.
Se me custa saber o que fazer deste patrimônio que herdei
entre afetos avassaladores
e tino para compor
se há uma tendência oculta a puxar o gatilho
esta perdeu a forca
já caiu em desuso
eu e que sei, oral que sou.
Os meus pensamentos, querido Mestre
e que me fazem vigilante.
E quando me dou conta 
de que Tu vieste
para ensinar a Paz
eu regozijo
sossego
posto as mãos
e deixo a musica
dizer.
Bendita seja a Tua intervenção
junto a nos.
A minha volta, os exemplos de acerto terrestre
habitam naquelas gentes sozinhas
cujos laboratórios contem a porta enigmática de Teus mundos   
e que não sei se esta na hora de revelar.
O que almejo, apesar disso -
de poder eu também ser essa gente solitária
dos subsolos do Capitólio -  
 e o humano primitivo
do aquartelamento
e puxa,
não lamentarei por desejar tal alvitre
igualmente não pedirei perdão.
Apenas enviarei estas ondas não tão quentes
de angustia para Ti.
Tenho procurado
junto ao estudo intuitivo dos catalisadores
conduzir tal energia a composição
e e o que faço agora, 
organizo as palavras
para Te louvar.
Bendito Sejas, Querido Mestre
que a Luz majestosa do Sol
nos possa chegar
através da chuva que cai.
Fique conosco,
agora e sempre.
Que assim seja.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

novembro musical

Sem alarde O memorial dos olhos quentes da mãe Nenhuma culpa História Os encontros soprosos. Dava gosto! Como tecer um p...