quarta-feira, 5 de junho de 2013

Orientações para cantores que atuam em grupo


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Nos trabalhos de canto em grupo, e bacana que todos estejam preparados e tranquilos para cantar quando forem nomeados. Quando ouvimos nosso nome, formamos vinculo (bom ou ruim,depende da sintonia na hora).  O que se gostaria de observar no exercício e exatamente onde estão as fragilidades nos temas e ver se e possivel ajudar na hora ou no ensaio seguinte - as vezes e coisa simples, entender um intervalo, uma rítmica, fraseado. Pontuar uma dificuldade para um indivíduo diante de outros, e mesmo no setting professor-aluno as vezes aciona gatilhos, de coisas outras que não resolvemos na vida. Então parece que o trabalho técnico musical e um ataque a pessoa e não busca de solução musical. Ja vivi o processo de transferência varias vezes e e bastante difícil responder com serenidade (vide o exemplo que a Senhora Campos deu no HBR). Precisamos ficar vigilantes as cobranças, pressões pessoais (que se transformam em resistência) e fomentar mais arrojo individual para o objetivo - que e cantar melhor em grupo, sem ferir o espaço do outro.  Encontrei em  Joanna de Angelis apoio e consolo para explicar o fenômeno. Ha  melhores palavras sobre o tema no Homem Integral!!! Que venham as perguntas.



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