domingo, 27 de janeiro de 2013

Somos a maneira de rios e quem quiser que conte outra





Depois de uma intensa noite mergulhada em sonatas
e dedilhados
busco os confins
para neles descansar meu olhar de encanto
e para meu espanto
é lá mesmo
nos primeiros tempos de minhas encarnações
que encontro similaridades
o horizonte se descortina
neste rumar de silêncios
são Himalaias e pedreiras sem fim
quereria meu coração quieto
para nele plantar novo afeto
pelo mesmo enredo



Familiaridades, construídas nesta vida ao longo de dezesseis anos, trabalhados junto ao Grupo Terra Sonora, de Curitiba. Nada é vão, acaso. E pura reminiscência, essência de passagens. Agradeço por esses ensinamentos. Se há previsão de erros milenares na historia, há também a previsão de pequenos acertos e é disso que a memória deve se ocupar, se o caso é de construção e avanço do espírito.
Ocorreu-me lembrar os ocasos de grandes Civilizações...









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