terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Pena e ponto

 
*I 1000 quadri piu belli di tutti i tempi - Monet, casa a Verangeville

Impressoes difusas,
saudosas
magoadas.
Nao ha como compor assim.
Sinto muito.
De olho no oficio
tomo a pena, contudo,
domino o limite.
Eis-me entregue
a docura das imagens
intertexto
silencio e sujeicao.
Metamusica.

 **do i ching:

Limitações são penosas, mas eficazes. Vivendo de modo econômico em épocas normais, o homem está preparado para os períodos de carência. Sendo comedido ele evita humilhações. Limitações são também indispensáveis para a ordenação das circunstâncias do mundo. A natureza tem limites fixos para o verão e o inverno, para o dia e a noite, e são esses limites que dão sentido ao ano. Do mesmo modo a economia, ao fixar limites precisos para as despesas, garante a preservação dos bens, evitando que as pessoas sofram prejuízos. Mas limitações devem ser aplicadas de forma equilibrada. Se um homem tenta impor restrições muito amargas à sua própria natureza, isso lhe será prejudicial. Se ele exagera ao impor limites aos outros, eles se rebelarão. Portanto, é necessário fixar limites até mesmo às limitações.  

O lago só pode conter uma parcela restrita da quantidade indefinida de água existente no mundo. Nisso consiste sua particularidade.

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