sábado, 15 de dezembro de 2012

Bayaka, o documentário

Ficou muito bom!
Bom ter trabalhado nisso!
Bom ter parado de doer.
Bom ver isso agora,
neste momento tão delicado
para mim,
para entender
que todas as dores passam.
Que os ciclos se fecham um dia.
Que preparamos nosso próprio
remédio
salivação
olhar
audiação.
E nos curamos.
Amei muito nesses sete anos
rotativos.
Respiro sombras, recortes, cacofonias
e beijos reprimidos.
E sei amar mais, melhor,
mesmo errando feio ainda...
Aprendi mesmo
a ser professor aí.
Aprendi a abrir mão.
A ficar no banco de reserva
em pleno esplendor físico,
para sovar o moral.
E foi ontem pela manhã,
diante dos colegas do CEC
que abri um sorrisão
e disse:
Estou livre!
Estou livre!
Já consigo voar por conta...

*Este texto veio depois, fruto de plantações em outras bandas.
                 
    " Oi Liane, tudo bem? Só gostaria de te dizer nesse final de ano que apesar do bom trabalho de(...), vc faz muita falta, a atmosfera mágica que vc criava, a esfera de criação e improvisação, a sua presença física nos faz, me faz muita falta. Ninguém vai conseguir apagar a marca que vc deixou em todos nós. Mesmo sendo uma mensagem muito trovadora, procurando conquistar o coração da donzela, deixar de te falar isso nesse final de ano seria um grande erro da minha parte, por parecer não retribuir todo seu investimento de corpo e alma, não só em mim, como em todos nós. Não sei se vc vai voltar, mas mesmo assim, muito obrigada e que vc possa começar o novo ano com muito mais do seu brilho inspirador e sua presença grandiosa que aos poucos contamina todo o espaço a sua volta. Um ótimo Natal e Ano Novo. Beijos"

Um comentário:

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