domingo, 27 de maio de 2012

Paninhos, sopros e tilintares, esperando os seis mil acessos

*marcialimani

O metalofone vai formando os harmonicos
e a voz se encaixa, agradecida,
vai ficar bonito o sexto CD.
A concertina para em meio ao solo, desconcertada, e rimos.
Compassos compostos dao vontade de Europa.
Eu quero ver Lisboa.
O paninho de secar a flauta carece lavar.
Dessa feita nao havia bolo de chocolate.
A aluna, amor seu, fez-se spalla.
Um dia eu me torno mulher
e encontro um homem feito ele...
A menina chupou o dedo ate os quinze anos
e e gente fina...
Cada vez mais oculos na sala de ensaio.
Pena, faz muito frio la.
Kosovo me deu uma peca linda,
deixa a voz acesa.
Gostaria de voltar a tocar
no Teatro del Lago.
A garganta anda meio lenhosa,
Deus do ceu.
Nao paro de pensar nos meninos
que me deram tanto
e na mao no ombro
que me veio pela manha.
Pela manha eu pus a mao no ombro
de quantos eu alcancei,
embora estivesse por demais triste.
Apenas a moca a quem deixei a porta aberta, descuidada,
e me pichou a entrada,
eu nao pude encarar... nao respondi ao bom dia...
doeu em mim...
Logo vem mais um trabalho musical entao
e eu cantarei coisas ternas
nao tao estranhas.
Isso e bom.
Boa noite, pessoas, estamos chegando a seis mil acessos.
Obrigada.







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