quarta-feira, 14 de março de 2012

Cantar contando historias

Cantar contando historias. A lenda do Pegaso, de Morais Moreira, e uma das mais lindas que conheco. Do Morais tambem ha Minhas ferias com o Fantasma, engracadissima,  pena, nao achei na Internet. Sussuarana e historia triste. Bonita de cantar. Tocando em frente nao e bem historia, mas de belissima ambientacao. Negrinho do Pastoreio, que a doce Monica Salmaso canta (ah, a quantidade de historias lindas que essa Diva canta...). A Na Ozzetti contadora de Historias. A memoravel interpretacao de Corujinha, que a Elis deixou. O Edu Lobo e o Chico, meu Deus o Chico e Voce Voce, em parceria com o Guinga, outro contador. Wisnik contador e sua Valsa. Caetano e Ele me deu um beijo na boca, Haiti. Gil e Amarra o teu arado a uma estrela. Estrela. As modas de viola. Os repentes, com seus formatos consagrados. As folias de reis, renovadas a cada ano. As toadas. As modinhas, serestas, lundus... os sambas, Camisa Amarela, Fez Bobagem... nao quero ser injusta com ninguem, foi o que me ocorreu no momento, cancoes de sobrevivente...

Assisti reiteradamente essa semana a um documentario da Disney, Planeta Sagrado, e entre tantas licoes, a que vem mais rapido ao alcance do pensamento e o momento em que o avo ensina ao neto: ao falarmos devemos tocar o coracao de muitas pessoas.

A melodia, o ritmo e a harmonia da voz humana. Nao sei se isto estava previsto no projeto original dos homens. Como seria a voz de cada um: soprosa, dura, rancorosa, chorosa, escandalosa... e entao os homens tem o poder de escolher como essa voz soara. Ouvindo o mundo, eles compoem a voz. Nao e divino?

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